Terapia Individual: Um espaço só seu (sim, seu mesmo!)
- Danielle Bevilaqua
- 1 de abr.
- 3 min de leitura
Atualizado: há 18 horas
| Atendimentos individuais a jovens adultos e adultos – com escuta, acolhimento e aquele empurrãozinho psicanalítico que ajuda a entender por que a vida às vezes parece tão confusa.
Por que terapia individual?
Vamos começar com uma pergunta que já carrega outra dentro dela: o que é fazer terapia? Se você pensou em “ficar falando da vida com alguém”, até que não está tão longe... mas há bem mais por trás disso.
A psicoterapia individual é um encontro entre dois sujeitos – você e o terapeuta – em que palavras, silêncios, memórias e afetos ganham espaço. Não é mágica, mas pode ter efeitos surpreendentes. É um processo que ajuda a transformar dores em perguntas, e perguntas em descobertas.
Afinal, pra que serve isso?
Na abordagem psicanalítica, a gente não vem com a resposta pronta. Mas algumas coisas você pode esperar, sim:
Entender suas reações: Sabe aquela raiva súbita ou a angústia que aparece do nada? Pois é. Talvez ela não apareça do nada.
Perceber padrões repetitivos: “Por que eu sempre escolho a mesma pessoa errada?” A psicanálise adora esse tipo de enigma.
Elaborar emoções difíceis: Tristeza, medo, culpa, vergonha. Em vez de varrer pra debaixo do tapete, que tal escutar o que elas têm a dizer?
Criar novas formas de lidar com a vida: Em vez de reagir no piloto automático, você começa a ter mais autonomia nas próprias escolhas.
Refletir com profundidade: Às vezes, só parar e pensar com alguém que escuta de verdade já muda tudo.
Promover mudanças reais: Quando você se escuta de um jeito diferente, começa a viver de um jeito diferente.
E como tudo isso acontece?
Através da conversa, sim – mas também da escuta. Uma escuta atenta, interessada, sem julgamento. A gente trabalha com ferramentas clássicas (e nem um pouco ultrapassadas): associação livre, análise de sonhos, padrões de repetição. Tudo isso para entender o que te move, o que te trava, e o que pode mudar.
Freud, o pai da psicanalise, destacou:
A ciência moderna ainda não produziu um medicamento tranquilizador tão eficaz como o são umas poucas palavras boas.
Psicoterapia de base psicodinâmica: nome difícil, efeito real
Na prática, essa abordagem significa ir além do sintoma. É olhar para sua história, entender o que foi vivido, ressignificar dores e dar nome ao que antes era apenas um incômodo difuso. É poder conversar com alguém que te escuta com atenção e com um olhar treinado para captar o que você nem sabia que estava dizendo.
E por que com a Psi Danielle Bevilaqua?
Porque aqui, cada sessão é pensada como um espaço de confiança, acolhimento e escuta de verdade.
Porque a base é a psicanálise – mas o olhar é humano, atualizado e sensível ao seu momento.
Porque você pode fazer suas sessões online, no conforto da sua casa (de moletom, inclusive).
Porque além do consultório, tem também conteúdo, cursos e psicoeducação pra te ajudar a entender mais sobre você.
Um convite nada casual
Se algo aí dentro está pedindo atenção – seja uma tristeza que não vai embora, uma ansiedade que parece não ter nome, ou uma sensação de estar desconectado de si mesmo – talvez seja hora de escutar esse chamado.
A terapia é um mergulho. Mas você não precisa ir sozinho.
Vamos juntos?
Entre em contato e marque sua primeira conversa. Pode ser o início de um novo jeito de viver consigo mesmo.
Embarque nessa jornada de autoconhecimento
📚 Leitura Recomendada
Autor: D. W. Winnicott
Por que ler: Winnicott aborda com profundidade como o espaço terapêutico — como o brincar — pode ser um lugar de criação e reparação psíquica. Essencial para quem deseja entender a importância do vínculo e da presença empática na clínica.
🔗 Referência externa sugerida:
CFP – Terapia psicológica: https://site.cfp.org.br/
PUCSP – Psicoterapia PsicanalÍtica de Adultos: https://www.pucsp.br/clinica/modalidades/psicologia_psicanalitica_adultos
SCIELO - Psicanálise e Psicoterapias | Renato Mezan: https://www.scielo.br/j/ea/a/FFh4wC8ZbYKTgzxNLrNy9HP/
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